cledonRESEARCH INITIATIVE
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A CIÊNCIA COMEÇA COM UMA PERGUNTA

Cada pista.
Uma nova
possibilidade.

Conectar dados, pesquisadores e inteligência artificial para investigar o câncer. Com rigor científico, respeito às pessoas e um propósito que nasce de uma história.

Fase 1 concluída · Estudo exploratório com dados públicos · Buscando parceiros científicos

EXPLORE AS CONEXÕES3D INTERATIVO

A vida é escrita
em conexões.

Mova o mouse ou arraste para explorar

A AdeninaT TiminaC CitosinaG Guanina

Ilustração molecular estilizada · Não representa dados de pesquisa

Pessoas no centroPrivacidade desde o inícioEvidência antes da aplicação

Um primeiro estudo
exploratório com
dados públicos.

Comparamos as mortes por câncer em cada um dos 5.570 municípios do Brasil com o que seria esperado pela idade e pelo sexo da população. Onde o excesso é estatisticamente forte, marcamos um sinal: um ponto que merece ser olhado mais de perto.

Isto não são conclusões. É um estudo exploratório, ainda não revisado por especialistas independentes. Um sinal não indica causa, não significa que os moradores corram risco individual e não substitui orientação médica.
declarações de óbito analisadas
7,9 mi
municípios, 2020–2024
5.570
sinais estatísticos
145
permanecem após filtrar vieses conhecidos
45
ESTUDO EXPLORATÓRIO · CÂNCER DE ESÔFAGO

O câncer de esôfago teve o maior número de sinais que permanecem após o filtro de vieses: 16 municípios.

Cinco estão no Sul, onde estudos já associam esse câncer ao consumo de bebidas muito quentes, como o chimarrão em temperatura muito alta, e também ao álcool e ao tabaco. Nove estão em diferentes regiões de Minas Gerais e dois na Bahia, com mortalidade observada entre 2,6 e 3,6 vezes o esperado pela média nacional, após a correção estatística. Para esses, os dados analisados não apontam uma explicação, o que não significa que ela não exista. São perguntas para especialistas, não respostas.

SINAIS · ESÔFAGOEXPLORATÓRIO
Mapa do Brasil com 16 municípios com sinal estatístico para câncer de esôfago, em Minas Gerais, no Sul e na Bahia
16 municípios com mortalidade acima do esperado, nenhum deles capital, entorno de capital ou polo de tratamento. Estudo exploratório: não indica causa nem risco individual. Fontes: SIM/DATASUS e Censo 2022 do IBGE.

A mortalidade reflete não só quantas pessoas adoecem, mas também o diagnóstico, a qualidade do registro e o acesso ao tratamento. Foram usados apenas dados públicos agregados por município, sem nenhuma informação individual. Os resultados podem mudar com novos dados ou métodos.

O conhecimento avança
quando a pesquisa
se conecta.

O Cledon propõe uma rede colaborativa de pesquisa para investigar como características clínicas, exames e tratamentos se relacionam com os resultados no câncer.

Nossa ambição de longo prazo é contribuir para melhores tratamentos e, quando possível, curas. Começamos com dados públicos, que qualquer pessoa pode verificar. O próximo passo é um estudo delimitado e reproduzível, com instituições participantes e regras claras de uso dos dados.

Baixar a proposta detalhada (Markdown) ↗
01

Conectar conhecimento

Criar definições comuns para que pesquisas autorizadas possam comparar informações de diferentes instituições.

02

Investigar as diferenças

Estudar padrões de resposta, toxicidade e acesso ao cuidado, incluindo por que alguns pacientes respondem excepcionalmente bem.

03

Testar cada descoberta

Transformar observações em hipóteses testáveis. Replicar achados e avaliar suas limitações antes de considerar uso clínico.

Conectar a pesquisa.
Preservar a guarda
dos dados.

Em vez de copiar todos os prontuários para um banco universal, a rede proposta executaria análises aprovadas onde os dados estão. Somente resultados revisados seriam compartilhados.

Instituição ARegistros locais
Instituição BRegistros locais
Instituição CValidação externa
Protocolo de
pesquisa aprovado
Análise local · Agregação controlada
Achados revisadosEvidências, incertezas e novas hipóteses

Arquitetura proposta. As instituições A, B e C são ilustrativas; não representam parcerias firmadas.

A pesquisa federada pode reduzir a movimentação de registros individuais, mas não elimina riscos de privacidade. Controle de acesso, revisão das saídas e testes de segurança continuam essenciais.

Começar com foco.
Construir evidência.

Um tipo de câncer, um desfecho definido e um protocolo construído com especialistas em oncologia e estatística. A complexidade só entra se melhorar a pesquisa.

PILOTO PROPOSTO · CÂNCER DE MAMA

Informações disponíveis antes do tratamento ajudam a prever a resposta patológica completa — e esse desempenho se mantém em outro hospital?

O estudo examinaria registros retrospectivos autorizados. Protocolo, tamanho da amostra e critérios de inclusão seriam definidos com os parceiros clínicos antes de qualquer análise.

Dados iniciais
Variáveis clínicas e laboratoriais selecionadas; imagens e genômica somente quando justificadas.
Avaliação
Comparação com modelo estatístico simples; erros, calibração e incerteza.
Teste independente
Reservar dados de outra instituição e avaliar desempenho entre grupos relevantes.
Uso inicial
Exclusivamente pesquisa. Sem recomendar tratamentos ou alterar a assistência.

Resposta patológica completa é um desfecho de pesquisa, não um sinônimo de cura. O desempenho de uma previsão, por si só, não demonstra qual tratamento causa um resultado melhor.

A privacidade faz
parte da ciência.

Informações de saúde não devem se transformar em instrumentos de discriminação. Proteger pessoas e comunidades é um princípio do Cledon.

O mapa do câncer usa apenas dados públicos já divulgados pelo Ministério da Saúde e pelo IBGE, agregados por município. Para estudos futuros com dados clínicos reais, estas são salvaguardas propostas, não a afirmação de um sistema implementado ou certificado: exigirão acordos institucionais, avaliação ética cabível e definição da base legal aplicável.

  • Usar apenas o necessário

    Limitar as variáveis à finalidade de cada estudo. Manter identidade e guarda dos registros nas instituições responsáveis.

  • Proteger acesso e processamento

    Combinar criptografia, autenticação, permissões restritas, auditoria e código aprovado. Criptografia sozinha não basta.

  • Revisar o que sai da rede

    Avaliar riscos de reidentificação, grupos pequenos e detalhamento geográfico. Até estatísticas agregadas podem prejudicar comunidades.

  • Definir limites de uso

    Propor restrições contratuais e operacionais contra precificação de seguros, seleção de beneficiários e usos discriminatórios de informações de saúde.

Uma visão de longo prazo.
Próximos passos concretos.

A primeira etapa, com dados públicos, está concluída. Ainda não há modelo clínico, base de pacientes ou resultado validado clinicamente. O avanço dependerá de equipe especializada, parcerias e financiamento.

01 · CONCLUÍDA

Mapa com dados públicos

Analisar 7,9 milhões de declarações de óbito e publicar um mapa exploratório do câncer no Brasil, com método e dados abertos. Ver o mapa.

02 · ETAPA ATUAL

Definir e conectar

Submeter os primeiros sinais à avaliação de especialistas independentes, refinar a pergunta de pesquisa, buscar parceiros científicos e estruturar a governança com representação de pacientes.

03 · SUJEITA A APROVAÇÃO

Demonstrar e estudar

Construir um demonstrador técnico com dados fictícios e, com as aprovações necessárias, realizar o piloto retrospectivo com validação independente.

04 · VISÃO DE LONGO PRAZO

Replicar e ampliar

Testar hipóteses com parceiros de pesquisa. Incluir instituições, tipos de dados e doenças quando a evidência justificar.

Francisco Cledio Capistrano
Em sua memória.

Uma memória pessoal.
Um propósito coletivo.

O Cledon foi idealizado em memória de Francisco Cledio Capistrano, que faleceu em decorrência do câncer. Seu nome faz parte da iniciativa: Cledio inspira Cledon, que em grego antigo, klēdōn, significa sinal. E as iniciais F.C.C. permanecem em Find Cancer Clues.

A homenagem carrega um compromisso: transformar o desejo de respostas em pesquisa cuidadosa e colaborativa, que possa ajudar outras famílias no futuro.

Idealizado por seu filho, Clériston Capistrano.
Uma iniciativa que nasce no Ceará, aberta à colaboração internacional.

Ambição, com clareza.

O Cledon já descobriu alguma cura?

Não. O Cledon publicou um estudo exploratório que identifica sinais estatísticos: municípios onde a mortalidade por câncer ficou acima do esperado. Não são conclusões. São perguntas que ainda precisam ser avaliadas e investigadas por especialistas independentes. Não há resultados clínicos nem garantia de descobrir uma cura.

Se minha cidade tem um sinal, devo me preocupar?

Um sinal é uma indicação estatística sobre o município inteiro ao longo de cinco anos, não sobre nenhuma pessoa. Ele não significa que os moradores corram mais risco individual e não muda nenhuma recomendação médica. Pode até refletir um diagnóstico ou registro de óbitos melhor do que em outras cidades. Para dúvidas sobre sua saúde, procure um profissional de saúde.

O mapa pode prejudicar uma cidade ou encarecer planos de saúde?

O mapa usa dados que o governo já divulga, agregados por município, sem nenhuma informação individual. São os mesmos dados que o DATASUS disponibiliza publicamente. Ele mostra onde as mortes superaram o esperado, não o risco de alguém, e não oferece pontuação individual nem consulta por endereço. O Cledon se opõe ao uso de informações de saúde para precificar planos ou discriminar, e trata cada sinal como motivo para investigar e melhorar o cuidado, nunca para penalizar uma comunidade.

Essa abordagem é totalmente inédita?

Não. Infraestruturas de dados oncológicos, atlas de mortalidade e aprendizado federado já existem. O Cledon propõe uma aplicação delimitada, com atenção a populações locais, métodos abertos e proteção contra uso discriminatório. Uma eventual contribuição científica terá de ser demonstrada.

Posso enviar meus exames ou prontuário?

Não nesta etapa. Este site não coleta prontuários, exames ou histórico de saúde. Uma eventual participação futura exigirá protocolo específico, avaliação cabível e canal seguro autorizado. Não envie informações de saúde por e-mail comum.

O projeto estudará apenas o câncer?

O câncer é o ponto de partida. A visão de longo prazo inclui outras doenças, mas a expansão dependerá dos resultados, recursos e competências desenvolvidos nos primeiros estudos.

Os prontuários ficarão em uma blockchain?

Essa não é a arquitetura proposta. O plano é manter os registros sob guarda institucional e combinar criptografia adequada com governança e controles de acesso. Nenhuma tecnologia, isoladamente, garante privacidade absoluta.

O site usa rastreamento ou coleta dados de pacientes?

Não. Este site não possui formulário de dados de pacientes, rastreadores publicitários ou ferramentas de análise de visitas adicionadas pelo Cledon. A hospedagem pode processar informações técnicas de acesso conforme suas próprias políticas. Uma futura plataforma de pesquisa exigirá documentação própria de privacidade.

O próximo passo
precisa de mais
do que IA.

Buscamos pessoas e instituições para revisar de forma independente os primeiros sinais, refinar a pergunta científica e construir um piloto responsável.

Leia a proposta completa
  • Epidemiologia, oncologia, patologia e pesquisa clínica
  • Bioestatística e ciência de dados
  • Hospitais e instituições de pesquisa
  • Segurança, privacidade e ética em pesquisa
  • Pacientes e representantes de pacientes

O canal institucional de contato está em preparação. Esta página não recebe prontuários ou exames.